sábado, 29 de novembro de 2008

TEM SAMBA SIM


Na favela tem samba ?
TEM SAMBA SIM
Na favela tem samba?
TEM SAMBA SIM
Lá o povo é valente
TEM SAMBA SIM
Pega no batente
TEM SAMBA SIM
Mas não deixa de sorrir

La o povo so quer viver
Curtindo o presente
Pois o amanha ainda vai nascer
mas enquanto não é amanha
sou conduzido pela batucada
o sol raiou e já estou na madrugada
sambando na ponto do pé
cantando o ditado sabe como é:

aquele malandro que um dia
inventou de entrar,
não sai mais da boemia

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Vestindo vinho


Deixe que eu o tenha nos braços pela última vez...
Uma bela menina e um amor em chinês
Vou esconder-te as angustias e os medos

E com meu corpo em veludo ficar perto de vez;
Venha parar meu mundo de sonhos.
Vou te mostrar o que sinto entre rainhas em reis

O meu castelo divino reaverá
Quando enxergar que o mundo é cruel demais.

Trouxe uma linha do céu pro seu bordado
Roubei esse lindo véu de estrelas
A lua sorrindo pra ti, então, ficará...

Quando o vestido estiver em seu lugar
Vou esconder-te as angustias e os medos

Venha segura minha mão, meu amor, meu talvez.


Postado por: Eric Barretto - em inspiração de outrém... ^^

sexta-feira, 24 de outubro de 2008


Se a Nalha não for não vou só
Já convidei Moreira bezerra e Dicró
É sim ele é cagoete sim
Mesmo morto na sua cova
Apontava para mim

Favela feijão na panela
Noel ,sua fita amarela
Ta lá ,eu vi

Mulata que vem de angola
Sambista de nome cartola
Tem lá , tem sim

Eu vi,no museu no samba eu vi
Pandeiro banhado a ouro e viola de marfim
Mas eu vi
Eu vi boêmio bebendo ate cair
No botequim
Eu vi no museu do samba eu vi

Num pé de Jamelão
A beira de um Riachão
Tem macaco em cada galho
Na água a baleia mostra o rabo
Imagem divina ,cenário,
De cinema ou de um quadro


Galera que anda exaltada
Sargento no samba sem farda
No fundo do quintal de Ivone Lara

Um zé de bom pagodinho
na vila eu vi um Martinho
andando devagarinho



Eu vi,no museu no samba eu vi
cavaco de oito cordas que faz som de tamborim
Mas eu vi
Eu vi boêmio bebendo ate cair
No botequim
Eu vi no museu do samba eu vi

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Spotted mind behind the door...


FOME, SEDE E VONTADE DE LER
(Fabiano Cambota)

Os biólogos, cientistas, cientificistas - enfim, qualquer estudioso do corpo humano - não cansam de afirmar e reafirmar a perfeição do corpo humano. A mais completa máquina já criada. O complexo sistema de células, órgãos, substâncias que sintetizam a perfeição. Pois tratemos de discordar. O corpo necessita de combustíveis. Se precisamos de água, temos sede. De comida, temos fome. Nunca paramos de respirar. Por que nos falta uma necessidade de ler? Alias, não há sequer um nome pra isso. Simplesmente “a necessidade de ler”. Algo como a manutenção da intelectualidade, ou da saúde do cérebro. Ler. Ler como quem mata a sede. Como quem avança sobre um prato de comida. Um copo de água bem gelada e uma Clarice. Uma lasanha e um Machado. Para todos os dias, arroz, feijão e Allan Poe.

A falta de leitura deveria ser retratada em fotografia premiada pela National Geographic. Concorrentes do “Foto do ano de 2004”: O menino faminto da Etiópia, a baleia encalhada da Antártida e o Sem-livro do Brasil. Deveria estar estampado na cara do sujeito: “Sou subletrado”.

Não se justifica com a situação do nosso país. Não se trata aqui da falta de incentivo e de educação, já notória e discutida. Mas de atitude.

Os jovens - ah, sempre os jovens – não conseguem, ou não querem, enxergar o benefício da leitura. Qualquer leitura. E os jovens crescem, ou já cresceram, subletrados. Daí a pergunta: E se houvesse uma necessidade física? Penso que ainda há o que mudar na estrutura humana. Que tal essa dica? Hein! Na falta de uma terminologia melhor, fica a “fome de leitura”, ou a FOMURA. O menino grita: “Manhêêê, to com uma fomura danada”. E ela vem correndo com a Ruth Rocha que é pro menino parar de reclamar. O pai, no meio da noite, acorda com o choro do bebê. Dá a mamadeira, troca a fralda e lê o Ziraldo enquanto o neném não consegue sozinho. O casal de namorados vai sair a noite. Jantar, choppinho ou leitura? O rapaz mais afoito sugeriria um João Ubaldo. O divorciado um Nabokov. O mais esperto um Vinícius (sim, elas ainda adoram). E a combinação vinho, massa e Drummond? Irresistível.


O sonho enfim se concretizaria com o obeso-literato. Aquele que, de madrugada, assalta a estante. Acha que não faz mal um Parnasianismozinho durante as refeições. Vai ao médico, o letricionista, que lhe passa uma dieta a base de romance. Nada muito pesado. Depois das 20 horas, só Sidney Sheldon. Mas cai em tentação e é flagrado com “Crime e Castigo” nas mãos. A família se preocupa. Tornou-se um livrólatra. Só o L.A. poderá salvá-lo. Nas reuniões com o grupo de viciados em literatura, ele conta sua saga: “Bem, comecei aos 10 anos. Como todo mundo. Fadas, chapéus, narizes que cresciam. Depois eu parti pros livros menores. Mas quando você menos espera, já está devorando um Jorge Amado numa sentada só”. Um “ooh” ecoa na sala. Senhoras comentam entre si. “Tão novinho e tão letrado né!”
Bibliotecas lotadas. Um silêncio ensurdecedor. Filas enormes para entrar. É muita gente morrendo de fomura. Consegue uma mesa, pede o menu.

- Por favor, me vê duas Cecílias. E pro menino pode ser um Lobato, que ele adora!!

- Senhor! Nossas Cecílias acabaram.

- O quê? E o que você sugere?

- Nosso Eça é legítimo, senhor! E temos Camões

- É que os portugueses são caros né! E meu médico me proibiu Camões durante a semana.

- Algum Andrade?

- Não sei. Não sei. To indeciso ainda.

Depois de alguns minutos pensando e testando a paciência do rapaz que lhe servia...

- Ah, vou de Paulo coelho mesmo que é só pra matar a fomura.


Postado por: Eric Barretto

Próximo show da Humaitá 12/11

Parque São José (a entrada entrada fica um pouco antes do complexo esportivo do Colégio São José, mas do outro lado da rua) - Av. da Imperatriz

15:30 - 17:00

Vai ter Bingo!
Vai ter Música!
Vai ser de graça!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Esquecimentos... (Saudades).


Esqueceu-se?
Sintetização banal... Esqueceu-se?
Ou Esqueceram-se?

De frases, linguagens e risos contundentes vivemos...
Banda Humaitá:
Prestai atenção. Prestai sentimento aos nossos sentimentos...

Palavras são sempre bem-vindas.
Esqueceram-se?

Mais e mais, com força construtiva; descabida.
Ascendam por nós, períodos compostos por musicalização.
Ascendam em nós (mesmos).

Esqueceu-se?
Ah, esquece...

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Capitulo III - Bar Humaitá - Menu: Música Boa


Dia 3 de Agosto de 2008,

Semana tensa, todos da banda nervosos por ser o primeiro show aberto ao publico,onde familiares, amigos, vizinhos e desconhecidos iriam conhecer o que é A Humaitá. Banda completa e a postos, foi um dia especial, Projeto Humaitá ComVida tendo seu primeiro ComVidado: Polly07. Uma banda que tambem tenta um lugar ao sol.

Após apresentação da Polly07, era a hora de vê se diante de conhecidos iriamos render o tanto quanto das ultimas vezes. Era uma mistura de euforia com medo,ganância com solidariedade, uns demostrando todo seu potencial e maturidade de palco para passar para os companheiros que tudo estava indo perfeito, outros tremendo de medo sem saber como reagir a situação tão nova.

As primeiras músicas eram como se o tempo corresse e congelasse no mesmo instante, e cada fim de musica era uma eternidade ate ouvir os aplausos de quem dedicavamos o nosso carinho. Com o decorrer do show fomos nos soltando mais e ate arriscando umas dancinhas aqui, umas brincadeiras ali ate que já sentimos os donos do pedaço.

E a melhor sensação foi vê todos gritando "bis", "mais um", "lindoooo!" e a sensação e sentimento unico de realização dentre de cada um de nós. E a partir dai percebemos uma coisa...

...A Humaitá chegou não pra ficar, mas pra ser inesquecivel na mente de cada um.

Agradecimentos:
>>Barreto - dono do bar
>>Maria - que com sua energia sem conhecer a Humaitá caiu no groove junto com o namorado
>>Em especial Familiares - Que apoiaram ou não, mas depois do show viram que o "negoço" é bom
>>Amigos - que largaram tudo que estavam fazendo pra prestigiar A Humaitá

terça-feira, 5 de agosto de 2008

capitulo II - Sartre COC + Buzu = 4reais


Dia 28 de julho de 2008,

Num dia aparentemente normal, até mesmo pela chuva pois toda vez que nós vamos tocar chove cuma zorra, acordei a 5:60hs da manha para ir trabalhar...
Ops! o diario não é meu,rsrs

Voltando...
Após a euforia do primeiro show, estavamos muito animados para o segundo, mas tinhamos alguns problemas em relação a integrantes da banda, Genifer estava viajando a trabalho, Moka com problemas pessoais não poderia ir tambem e Matheus com problema digamos assim, de rei.

Bem, com todos esses problemas, eu o inocente aqui não tinha parado pra perceber que ao nos reunirmos não vi nenhuma van ou topic para nos levarmos, ai me dei conta que iriamos de...,adivinhem vocês?!?!
Exatamente, de BUZU.
Agora imagina ai, 6 pessoas pra levar: 1 Baixo,2 guitarras, 1 cajon, 1 teclado, pedestal do teclado e da percurssão, um simbal completo, e todas as bugingangas de cabo, pratos, baquetas,microfones e figurino.

Por sorte pegamos um buzu vazio, e dominamos o fundo inteiro dele, levamos quase 3 minutos pra todo mundo subir e se acomodar, é ai que vejo uma leva exaltação com Leite e o Cobrador, até que entendi...
Sei lá como, Leite conseguiu rodar a brabuleta duas vezes e assim teve que pagar R$4,00 por uma passagem só, ou pra não ficar feio, pagou a passagem dele e do teclado... ¬¬'
TUdo nos conformes novamente, ao caminho eu e Eric fazendo o repertório, algo nos chama a atenção por um ser chato e enfermo estava falando pra caramba e enchendo o saco de todos no buzu e pra nossa decepção era Expinho, primeiro dando uma de informatico e descutindo sobre windows e Linux e depois o engenheiro Tiago que estava cadastrando tudo que via, e pra completar John e Leite dando corda.

Do show propriamente dito não tenho muito o que dizer, tocamos nos dois intervalos, no primeiro foi pra galera de ensino medio e cursinho, no segundo foi pra mulecada de ensino fundamental que teve a partição de dois meninos cantando e pertubando com a gente,rs.A direção do Sartre curtiu nosso show e provavelmente vamos ter mais capitulos no sartre.

trabalho feito,
hora de voltar pra casa,
detalhe 18:00hs,
hora do rush e a mesma coisa que relatei em cima, mas com uma diferença leite só pagou 2 reais dessa vez e só levamos uns 2 minutos no maximo pra subir, os maloca aqui tudo jah escolado, enfiamos tudo no buzu e depois arrumamos os bagulho. Pra finalizar buzu lotou, engarrafamento, tiago quase morrendo de doente, mas todos felizes da vida por mais um show feito.

agradecimento a aqueles que fizeram a diferença no dia:

*John - que segurou a percurssão sozinho sem Moka
*Leite - que num momento de desfalque mostrou que tem seu lugar na banda
*tiago - que segurou as pontas, sem a presença de Theus e ainda doente cantou como nunca
*Raissa - menina louca do sartre que simpatizou com a gente e curtiu muito o som.

Fiquem no aguardo para os proximos capitulos

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Abraços as cegas


sente na pele tudo que sugou de nós
e percebe que só foram lagrimas de dor
agora busca a felicidade no mesmo erro
que de antes,mas cega-se para não abraça-lo

ao cartomante foi vista,
pedindo com olhar de princesa
uma luz, mas não pra ilumina-la
e sim, cega-la e não abraça-la

a carta ao amante foi escrita
codificada para que francisco
homem pacato mas quase um pato
cegando-o e já não mais o abraçando

num mundo invisivel de paredes rosas
tranparentes mentes voam em busca da verdade
mas no final de tudo, a princesa
nao percebe que nunca enxergou nada
e nem abraços sentiu.

Gabriel Brawne

terça-feira, 29 de julho de 2008

Capitulo I - CEFET, o 2º primeiro show...


bem...

Desde do show no cefet penso em criar, digamos assim, um diário de bordo Humaitá. Mas como foi tudo tranquilo(tirando as calcinhas voando no palco, beijo homosexual, e autógrafos que renderam lágrimas...) não tinha tanta história pra contar, preferir um segundo show pra dar inicio e agora sim estou aqui.

Seguindo a linha do tempo,

6 de junho de 2008

todos nós motivados pelo primeiro show, esperavamos o transporte oferecido pelo cefet(seu Gremio na verdade, e que é o mais show de bola) sendo que pra variar eu me atraso, e no meio de arrumar instrumentos na Jumper e conversar, conhecemos dois cefetianos: Betinho e Aluã. O primeiro simplesmente fazendo prova de espanhol(ou ia fazer nao lembro direito) diz ao professor que vai ali e já volta pra terminar a prova, e o segundo podemos ate brincar dizendo que seu nome é o radical da palavra 'Aluado'.

Com isso já chegamos na conclusão:"Lá só tem doido, então é nosso territorio".

Após montar todo o "cenário", prontos pro ataque, começamos o musical e fica aquele frio na barriga, suor das mãos, e olhares frenéticos tentando achar ou fugir de cada rosto um sorriso, mas essa sensação dura pouco, ou por achar o tão sonhado dentes brancos ou por sentir como um conjunto a nossa música soar.

Trabalho feito, agora colher o inicio do plantio...

Pelo increça que parivel rolou autógrafos, telefones trocados, recados em cadernos e, é verdade porque eu vi, choro de felicidade de uma certa menina, alem do carinho da galera que se não gostou da nossa música, simpatizou com o som e nos recebeu muito bem.

hora de voltar ao QG, e mais uma vez, numa brincadeira de "pegar emprestado a Jumper" enquanto o motor não vem, liderado pelo che guevariano Betinho, digamos que, formalizamos uma certa parceria e porque não falar amizade com essa galera e após desembarcarmos todo o material relaxamos e sentados olhando entre si com o sentimento de um inicio de dever cumprido...

e como tb pensei em fazer, sempre no final rolar os agradecimentos(aos que fizeram a diferença no dia):

* Seu Mocão (pai do batera e nosso salvador da patria com a mesa de som)
* Betinho e Aluã (que confiaram na nossa cara de pau de querer tocar lah)
* Chato(que sempre tá "enchendo" o nosso saco, oh digo, ajudando na comunidade do orkut)
* e todos os malucos beleza que colaboram com a gente,brigado a todos.

e aguardem que já sai o 2º capitulo desse diario: capitulo II - "Sartre COC + Buzu = 4 reais"

sexta-feira, 25 de julho de 2008

serio sorriso



LEVADO PELO CLIMA DE SORRISO QUE RAI DEIXOU AQUI LA VAI UM DE SORRISO TAMBEM

Ele é o que quero
É o que eu mais venero

Ele é o meu desejo
É o que eu mais almejo


Dentre os outros é o preferido
Gosto dos outros sim
Mas o seu é o que
Mais faz bem pra mim

Gosto dos outros não nego
Mas o seu é o que mais
satisfaz o meu “ego”

Me faço de bobo palhaço arlequim
me faço de tolo pra te ver sorrir

Ó mania de esconder teu sorriso
Preciso dele para meu agrado
Ingrato mexe com o meu despreso
Surpreso eu fico com o seu não sorrir


E tudo não passa de uma brincadeira
Seu serio sorriso me leva a besteira
De escrever esses versos afim
Que da próxima vez abra um sorriso pra mim

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cotidianos de anos...


Eu ia e te bebia. E você me impedia...
Assim a gente ia; nesse passado imperfeito.
E eu queria. Bem... Eu podia?
Que bonito ser bonito, ser...

Ah, me fazia (...) e fugia. Do alcance que vendia
Eu não me acostumei.
Só eu sabia. Mas... Eu podia?
Que estranho ter estranho, ser...

Não me guia não, agora
Que é outra situação
A hora que eu tinha frouxa...
Me solta e toca a linha
Do pudor que se desbota;

Nosso futuro tão passadista

Não me ria não, que prazer...!
Vai nos teus pertences vãos
Querer tua beleza foi cair no meu eu.
Me prende e alicia sem sair
Que assim você vicia;

Nosso futuro que o passado visita...



~Lembre da realidade... Quem é ela pra você?

Eric Barretto

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Só riso


O riso do seu sorriso em um só riso
me congela
e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

Mas que quando ver seu sorriso assim...

Se congela e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

E me faz um bem maior
que os bens que tenho
sem ter o que vc me da
o que vc me diz
o que vc me tem

o que me congela
e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

Pois só o riso do seu sorriso em um só riso me...


Ray

domingo, 13 de julho de 2008

Vinho, violão - e nostalgia do avesso...


Título, canções...

Vasto andar... Do tempo
No espaço, o vento.
Sem memória, o compasso
Do silêncio tão gasto;
É verdade o sentido?

A saída do fogo
Do momento... É curta.
Curta. É o que há de ser
Medido - incabido. O propósito
Do final sem teses...

Cantos, notas que se espalham
Pelos cantos. Títulos que embalam
As canções. A esmo.
Direção polarizada ao avesso de algo
Tão descomunal...

É a verdade.
Sim, cara mulher.
Nem sequer se disfarça de algo banal.
Canções do ontem refletindo
O deslizar em proposta de fé.

Banalidade seria não denotar...
Denotar descaso por meio de brilho
No olhar...
Algo impossível. Sim, existe.
"Solução" incabível...

Acariciando palavras.
Como que se diz? Em ternura cotidiana?
Daqueles que conhecem sentimentos sem nomes?
É o amor, sem apego?
Às palavras. Sem apego às mentiras...

De vida, falar-te completa os títulos...
Inexaurível calma. Quem acredita?
Eu, por assim dizer, me permito.
E no tom de tantas conversas;
Você - ainda assim - há de acreditar:
Veementemente...


*Fugindo de um pretexto - ou pilastre de real sustentabilidade -, mas fiz a postagem para que uma pessoa o lesse.

Eric Barretto

sábado, 5 de julho de 2008

A gente sua e soa com todas as personas...



a gente sua e soa...

...a gente = parte mais simples mas não menos importante dessa frase, objetos ou ferramentas de construção dessa realidade.

...sua = verbo suar,e parte mais dificil de superar,onde o esforço é alcançado após muito suor.

...soa = verbo soar, por inteiro, por alma,por tesão ou simplesmente pôr.

e assim juntando tudo isso, fazemos um todo, que é tudo, para que todos juntos formem uma "sintaxe" "quase 3" vezes melhor que uma simples "caixa" de frase prontas deixadas na "esquina 23" onde "Lucy Esquecida" deixou para tras e "Perdeu" seu "Retrato sem Tempo" e numa fração de "Nanosegundo" conseguiu achar as "portas" que lhe esconde da "Ratoeira" da vida cartesiana e onde encontra "Liz" e vê que essa amizade "Vingaria" tambem num "Movimento Solidão" liderado por "O Bandido Felix".

Dedico tudo isso ao nosso "Samba do Leitão"...


Gabriel Brawne

quinta-feira, 3 de julho de 2008

À Dentista


Daí,


Era uma vez o balanço que nem se entendia por verbo. Então, quando era usado

Parado ficava e mal gosto fazia. Quantos acentos no próprio balanço. Bá - lán - çô...E não mexia, e não era. Só balanço. Daí ela sentou. Seu assento era risolino e de duas cores oculares. Era linda e era mesmo. Então o balanço virou verbo e Pôs se a balançar...


"Mais forte, mais forte"


gargalhava e gritava Cecília...

sábado, 7 de junho de 2008

A Primeira Vez



Perdemos o cabaço! E foi no Cefet! E foi foda! E a gente quer voltar! Cantando Cazuza! Com a Michele dançando no palco! Com mais beijos gays! E todo mundo vai tá nu!

Pirajá

terça-feira, 13 de maio de 2008

HUMAITÁ COM VIDA 1


Êa!

Tá chegando o dia!
No aguardo, na espera
Compasso de pré-gozo

Êa!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Mentiras Sinceras (Perdão Cazuza)

A menina entra e descansa as costas cansadas
Vagou por muitas Costas antes de encostar por aqui
E olha que por aqui é bem longe, pra lá do lado de lá
Bem distinto o lugar
Quase cubista, Cheio de autista, haja turista
Por fim ela chegou e agora descansa
Como cansa essa errante Menina
Como cansa esse insistente Menino
Como canta este cansar...

Ele : Não vou entrar na outra porta!
Ela : Duvido !
Ele Do ouvido sai cera!
Ela : E da cera eu te apuro o mel...

A menina é dada às últimas palavras, aos desfechos.
O menino riria se já não crepitasse em gargalhadas
O Mundo queda em novas 24 horas e as esquivas triunfam...
Uma vez mais, outra vez mais, mais que o suportável talvez, talvez, ou vez...

Ela : Vou dormir...
Ele : Como sempre, sem mim.
Ela : São longos os dias
Ele : Teus cachos também, até que me acostumo...

Tudo bem, a Menina é cansada
Mas o Menino Cansa de cansaço

Voz em Off : Parem e Descansem Menino e Menina
Que o Futuro é ameno debaixo de uma macieira pecaminosa

Expinho

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Do mesmo jeito...

Corre, corre. Que eu nem prefiro os 'ismos'... Os lisos cercos dessa vida incabida nela mesma...


Que mundo difícil, que complicação... É meio intrigante entender as 'teses da vida', não é?
Parecia que estava tudo certo. E ao mesmo tempo aquela angústia de tentar entender o comovido sentimento. Parecia triste, agora estou feliz. É, vai entender...
O passado costuma ficar rondando as partes fracas, minhas, nossas; de todo mundo. O mundo conspira, seja a favor ou contra...
Eu quase entendi tudo, mas tive medo. Medo de perder aquilo que sempre sonhei e nunca tive - e ainda com chance de ter...
Aí li: "Foi meio estranho mesmo, quando eu te olhei e vi na minha frente todos os meus desejos em uma pessoa só.". Parece algo bem a la Paulo Coelho, mas faz um sentido intenso.

E faz uma falta...
Eric Barretto