sexta-feira, 25 de julho de 2008

serio sorriso



LEVADO PELO CLIMA DE SORRISO QUE RAI DEIXOU AQUI LA VAI UM DE SORRISO TAMBEM

Ele é o que quero
É o que eu mais venero

Ele é o meu desejo
É o que eu mais almejo


Dentre os outros é o preferido
Gosto dos outros sim
Mas o seu é o que
Mais faz bem pra mim

Gosto dos outros não nego
Mas o seu é o que mais
satisfaz o meu “ego”

Me faço de bobo palhaço arlequim
me faço de tolo pra te ver sorrir

Ó mania de esconder teu sorriso
Preciso dele para meu agrado
Ingrato mexe com o meu despreso
Surpreso eu fico com o seu não sorrir


E tudo não passa de uma brincadeira
Seu serio sorriso me leva a besteira
De escrever esses versos afim
Que da próxima vez abra um sorriso pra mim

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cotidianos de anos...


Eu ia e te bebia. E você me impedia...
Assim a gente ia; nesse passado imperfeito.
E eu queria. Bem... Eu podia?
Que bonito ser bonito, ser...

Ah, me fazia (...) e fugia. Do alcance que vendia
Eu não me acostumei.
Só eu sabia. Mas... Eu podia?
Que estranho ter estranho, ser...

Não me guia não, agora
Que é outra situação
A hora que eu tinha frouxa...
Me solta e toca a linha
Do pudor que se desbota;

Nosso futuro tão passadista

Não me ria não, que prazer...!
Vai nos teus pertences vãos
Querer tua beleza foi cair no meu eu.
Me prende e alicia sem sair
Que assim você vicia;

Nosso futuro que o passado visita...



~Lembre da realidade... Quem é ela pra você?

Eric Barretto

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Só riso


O riso do seu sorriso em um só riso
me congela
e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

Mas que quando ver seu sorriso assim...

Se congela e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

E me faz um bem maior
que os bens que tenho
sem ter o que vc me da
o que vc me diz
o que vc me tem

o que me congela
e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

Pois só o riso do seu sorriso em um só riso me...


Ray

domingo, 13 de julho de 2008

Vinho, violão - e nostalgia do avesso...


Título, canções...

Vasto andar... Do tempo
No espaço, o vento.
Sem memória, o compasso
Do silêncio tão gasto;
É verdade o sentido?

A saída do fogo
Do momento... É curta.
Curta. É o que há de ser
Medido - incabido. O propósito
Do final sem teses...

Cantos, notas que se espalham
Pelos cantos. Títulos que embalam
As canções. A esmo.
Direção polarizada ao avesso de algo
Tão descomunal...

É a verdade.
Sim, cara mulher.
Nem sequer se disfarça de algo banal.
Canções do ontem refletindo
O deslizar em proposta de fé.

Banalidade seria não denotar...
Denotar descaso por meio de brilho
No olhar...
Algo impossível. Sim, existe.
"Solução" incabível...

Acariciando palavras.
Como que se diz? Em ternura cotidiana?
Daqueles que conhecem sentimentos sem nomes?
É o amor, sem apego?
Às palavras. Sem apego às mentiras...

De vida, falar-te completa os títulos...
Inexaurível calma. Quem acredita?
Eu, por assim dizer, me permito.
E no tom de tantas conversas;
Você - ainda assim - há de acreditar:
Veementemente...


*Fugindo de um pretexto - ou pilastre de real sustentabilidade -, mas fiz a postagem para que uma pessoa o lesse.

Eric Barretto

sábado, 5 de julho de 2008

A gente sua e soa com todas as personas...



a gente sua e soa...

...a gente = parte mais simples mas não menos importante dessa frase, objetos ou ferramentas de construção dessa realidade.

...sua = verbo suar,e parte mais dificil de superar,onde o esforço é alcançado após muito suor.

...soa = verbo soar, por inteiro, por alma,por tesão ou simplesmente pôr.

e assim juntando tudo isso, fazemos um todo, que é tudo, para que todos juntos formem uma "sintaxe" "quase 3" vezes melhor que uma simples "caixa" de frase prontas deixadas na "esquina 23" onde "Lucy Esquecida" deixou para tras e "Perdeu" seu "Retrato sem Tempo" e numa fração de "Nanosegundo" conseguiu achar as "portas" que lhe esconde da "Ratoeira" da vida cartesiana e onde encontra "Liz" e vê que essa amizade "Vingaria" tambem num "Movimento Solidão" liderado por "O Bandido Felix".

Dedico tudo isso ao nosso "Samba do Leitão"...


Gabriel Brawne

quinta-feira, 3 de julho de 2008

À Dentista


Daí,


Era uma vez o balanço que nem se entendia por verbo. Então, quando era usado

Parado ficava e mal gosto fazia. Quantos acentos no próprio balanço. Bá - lán - çô...E não mexia, e não era. Só balanço. Daí ela sentou. Seu assento era risolino e de duas cores oculares. Era linda e era mesmo. Então o balanço virou verbo e Pôs se a balançar...


"Mais forte, mais forte"


gargalhava e gritava Cecília...

sábado, 7 de junho de 2008

A Primeira Vez



Perdemos o cabaço! E foi no Cefet! E foi foda! E a gente quer voltar! Cantando Cazuza! Com a Michele dançando no palco! Com mais beijos gays! E todo mundo vai tá nu!

Pirajá