terça-feira, 5 de agosto de 2008

capitulo II - Sartre COC + Buzu = 4reais


Dia 28 de julho de 2008,

Num dia aparentemente normal, até mesmo pela chuva pois toda vez que nós vamos tocar chove cuma zorra, acordei a 5:60hs da manha para ir trabalhar...
Ops! o diario não é meu,rsrs

Voltando...
Após a euforia do primeiro show, estavamos muito animados para o segundo, mas tinhamos alguns problemas em relação a integrantes da banda, Genifer estava viajando a trabalho, Moka com problemas pessoais não poderia ir tambem e Matheus com problema digamos assim, de rei.

Bem, com todos esses problemas, eu o inocente aqui não tinha parado pra perceber que ao nos reunirmos não vi nenhuma van ou topic para nos levarmos, ai me dei conta que iriamos de...,adivinhem vocês?!?!
Exatamente, de BUZU.
Agora imagina ai, 6 pessoas pra levar: 1 Baixo,2 guitarras, 1 cajon, 1 teclado, pedestal do teclado e da percurssão, um simbal completo, e todas as bugingangas de cabo, pratos, baquetas,microfones e figurino.

Por sorte pegamos um buzu vazio, e dominamos o fundo inteiro dele, levamos quase 3 minutos pra todo mundo subir e se acomodar, é ai que vejo uma leva exaltação com Leite e o Cobrador, até que entendi...
Sei lá como, Leite conseguiu rodar a brabuleta duas vezes e assim teve que pagar R$4,00 por uma passagem só, ou pra não ficar feio, pagou a passagem dele e do teclado... ¬¬'
TUdo nos conformes novamente, ao caminho eu e Eric fazendo o repertório, algo nos chama a atenção por um ser chato e enfermo estava falando pra caramba e enchendo o saco de todos no buzu e pra nossa decepção era Expinho, primeiro dando uma de informatico e descutindo sobre windows e Linux e depois o engenheiro Tiago que estava cadastrando tudo que via, e pra completar John e Leite dando corda.

Do show propriamente dito não tenho muito o que dizer, tocamos nos dois intervalos, no primeiro foi pra galera de ensino medio e cursinho, no segundo foi pra mulecada de ensino fundamental que teve a partição de dois meninos cantando e pertubando com a gente,rs.A direção do Sartre curtiu nosso show e provavelmente vamos ter mais capitulos no sartre.

trabalho feito,
hora de voltar pra casa,
detalhe 18:00hs,
hora do rush e a mesma coisa que relatei em cima, mas com uma diferença leite só pagou 2 reais dessa vez e só levamos uns 2 minutos no maximo pra subir, os maloca aqui tudo jah escolado, enfiamos tudo no buzu e depois arrumamos os bagulho. Pra finalizar buzu lotou, engarrafamento, tiago quase morrendo de doente, mas todos felizes da vida por mais um show feito.

agradecimento a aqueles que fizeram a diferença no dia:

*John - que segurou a percurssão sozinho sem Moka
*Leite - que num momento de desfalque mostrou que tem seu lugar na banda
*tiago - que segurou as pontas, sem a presença de Theus e ainda doente cantou como nunca
*Raissa - menina louca do sartre que simpatizou com a gente e curtiu muito o som.

Fiquem no aguardo para os proximos capitulos

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Abraços as cegas


sente na pele tudo que sugou de nós
e percebe que só foram lagrimas de dor
agora busca a felicidade no mesmo erro
que de antes,mas cega-se para não abraça-lo

ao cartomante foi vista,
pedindo com olhar de princesa
uma luz, mas não pra ilumina-la
e sim, cega-la e não abraça-la

a carta ao amante foi escrita
codificada para que francisco
homem pacato mas quase um pato
cegando-o e já não mais o abraçando

num mundo invisivel de paredes rosas
tranparentes mentes voam em busca da verdade
mas no final de tudo, a princesa
nao percebe que nunca enxergou nada
e nem abraços sentiu.

Gabriel Brawne

terça-feira, 29 de julho de 2008

Capitulo I - CEFET, o 2º primeiro show...


bem...

Desde do show no cefet penso em criar, digamos assim, um diário de bordo Humaitá. Mas como foi tudo tranquilo(tirando as calcinhas voando no palco, beijo homosexual, e autógrafos que renderam lágrimas...) não tinha tanta história pra contar, preferir um segundo show pra dar inicio e agora sim estou aqui.

Seguindo a linha do tempo,

6 de junho de 2008

todos nós motivados pelo primeiro show, esperavamos o transporte oferecido pelo cefet(seu Gremio na verdade, e que é o mais show de bola) sendo que pra variar eu me atraso, e no meio de arrumar instrumentos na Jumper e conversar, conhecemos dois cefetianos: Betinho e Aluã. O primeiro simplesmente fazendo prova de espanhol(ou ia fazer nao lembro direito) diz ao professor que vai ali e já volta pra terminar a prova, e o segundo podemos ate brincar dizendo que seu nome é o radical da palavra 'Aluado'.

Com isso já chegamos na conclusão:"Lá só tem doido, então é nosso territorio".

Após montar todo o "cenário", prontos pro ataque, começamos o musical e fica aquele frio na barriga, suor das mãos, e olhares frenéticos tentando achar ou fugir de cada rosto um sorriso, mas essa sensação dura pouco, ou por achar o tão sonhado dentes brancos ou por sentir como um conjunto a nossa música soar.

Trabalho feito, agora colher o inicio do plantio...

Pelo increça que parivel rolou autógrafos, telefones trocados, recados em cadernos e, é verdade porque eu vi, choro de felicidade de uma certa menina, alem do carinho da galera que se não gostou da nossa música, simpatizou com o som e nos recebeu muito bem.

hora de voltar ao QG, e mais uma vez, numa brincadeira de "pegar emprestado a Jumper" enquanto o motor não vem, liderado pelo che guevariano Betinho, digamos que, formalizamos uma certa parceria e porque não falar amizade com essa galera e após desembarcarmos todo o material relaxamos e sentados olhando entre si com o sentimento de um inicio de dever cumprido...

e como tb pensei em fazer, sempre no final rolar os agradecimentos(aos que fizeram a diferença no dia):

* Seu Mocão (pai do batera e nosso salvador da patria com a mesa de som)
* Betinho e Aluã (que confiaram na nossa cara de pau de querer tocar lah)
* Chato(que sempre tá "enchendo" o nosso saco, oh digo, ajudando na comunidade do orkut)
* e todos os malucos beleza que colaboram com a gente,brigado a todos.

e aguardem que já sai o 2º capitulo desse diario: capitulo II - "Sartre COC + Buzu = 4 reais"

sexta-feira, 25 de julho de 2008

serio sorriso



LEVADO PELO CLIMA DE SORRISO QUE RAI DEIXOU AQUI LA VAI UM DE SORRISO TAMBEM

Ele é o que quero
É o que eu mais venero

Ele é o meu desejo
É o que eu mais almejo


Dentre os outros é o preferido
Gosto dos outros sim
Mas o seu é o que
Mais faz bem pra mim

Gosto dos outros não nego
Mas o seu é o que mais
satisfaz o meu “ego”

Me faço de bobo palhaço arlequim
me faço de tolo pra te ver sorrir

Ó mania de esconder teu sorriso
Preciso dele para meu agrado
Ingrato mexe com o meu despreso
Surpreso eu fico com o seu não sorrir


E tudo não passa de uma brincadeira
Seu serio sorriso me leva a besteira
De escrever esses versos afim
Que da próxima vez abra um sorriso pra mim

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cotidianos de anos...


Eu ia e te bebia. E você me impedia...
Assim a gente ia; nesse passado imperfeito.
E eu queria. Bem... Eu podia?
Que bonito ser bonito, ser...

Ah, me fazia (...) e fugia. Do alcance que vendia
Eu não me acostumei.
Só eu sabia. Mas... Eu podia?
Que estranho ter estranho, ser...

Não me guia não, agora
Que é outra situação
A hora que eu tinha frouxa...
Me solta e toca a linha
Do pudor que se desbota;

Nosso futuro tão passadista

Não me ria não, que prazer...!
Vai nos teus pertences vãos
Querer tua beleza foi cair no meu eu.
Me prende e alicia sem sair
Que assim você vicia;

Nosso futuro que o passado visita...



~Lembre da realidade... Quem é ela pra você?

Eric Barretto

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Só riso


O riso do seu sorriso em um só riso
me congela
e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

Mas que quando ver seu sorriso assim...

Se congela e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

E me faz um bem maior
que os bens que tenho
sem ter o que vc me da
o que vc me diz
o que vc me tem

o que me congela
e desespera
por dentro de uma camada espessa

que me aconchega e me revela
o que releva

a dor do sentimento jardim
Com pragas, espinhos, cupim

Pois só o riso do seu sorriso em um só riso me...


Ray

domingo, 13 de julho de 2008

Vinho, violão - e nostalgia do avesso...


Título, canções...

Vasto andar... Do tempo
No espaço, o vento.
Sem memória, o compasso
Do silêncio tão gasto;
É verdade o sentido?

A saída do fogo
Do momento... É curta.
Curta. É o que há de ser
Medido - incabido. O propósito
Do final sem teses...

Cantos, notas que se espalham
Pelos cantos. Títulos que embalam
As canções. A esmo.
Direção polarizada ao avesso de algo
Tão descomunal...

É a verdade.
Sim, cara mulher.
Nem sequer se disfarça de algo banal.
Canções do ontem refletindo
O deslizar em proposta de fé.

Banalidade seria não denotar...
Denotar descaso por meio de brilho
No olhar...
Algo impossível. Sim, existe.
"Solução" incabível...

Acariciando palavras.
Como que se diz? Em ternura cotidiana?
Daqueles que conhecem sentimentos sem nomes?
É o amor, sem apego?
Às palavras. Sem apego às mentiras...

De vida, falar-te completa os títulos...
Inexaurível calma. Quem acredita?
Eu, por assim dizer, me permito.
E no tom de tantas conversas;
Você - ainda assim - há de acreditar:
Veementemente...


*Fugindo de um pretexto - ou pilastre de real sustentabilidade -, mas fiz a postagem para que uma pessoa o lesse.

Eric Barretto